13 de novembro de 2008

ja comentando

comentarios breves, já que eu passeipor aqui antes de ir cormir...

primeiro, acho que a gente realmente deve se conter quanto à QUANTIDADE de técnicas experimentadas, para que o trabalho com cada uma delas seja significativo. Por isso propus o numero de 4, me parece que mesmo com as diferentes etapas dentro de cada módulo, conseguimos um tempo bom para apreender a técnica, que é ao meu ver o que mais importa nesse momento.

Segundo, importante: estou tentando falar de técnicas de interpretacao (ok, interpretacao nao é a melhor palavra, já que butoh, por exemplo nao é interpretacao, mas de técnicas cênicas, por assim dizer). É importante ao meu ver, pensarmos sobre essa ótica prática. Artaud, por exemplo, pode ser um grande pensador, mas nao desenvolveu uma técnica, por isso eu nao o tomaria como possibilidade

Terceiro e último quanto aos russos: me parece que foi um direcionamento discutido na nossa reuniao, por isso o coloquei. Por outro lado, entendo a excessiva montagem de Tchecovs como um ponto negativo ao projeto, e esse é um dos motivos pelos quais propus essa abordagem mais genérica. Em tempos, Thais: há muito mais (e muuuuuuuito mais) vida inteligente na literatura russa alem de tchecov. So pra pegar alguns exemplos: dostoiewski, maiakowski, turgeniev, gorki, etc. Alias, alguém conhece um romance chamado verao em Baden-Baden do Leonid Zypkin? É um dos livros mais incriveis que eu li nos ultimos tempos (e é russo)

beijos
mau

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